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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sempre correndo

Como se não bastasse a rotina de mestrado + trabalho, inventei também de fazer um curso de metodologia do ensino. É virtual, então eu encaixo o estudo nos horários entre uma coisa e outra. Mas é claro que isso significou abrir mão de outras atividades, tipo escrever em blogs hehehe.
Agora estou na corrida para terminar o projeto de pré qualificação do mestrado. É como se fosse uma prévia da banca: a gente apresenta o projeto e tem que convencer que a idéia tem fundamento e que vale a pena pesquisar o assunto. é uma vitória eu ter conseguido ter um projeto! como foi difícil arranjar orientador! Tem professor que faz de tudo pra dificultar a vida do aluno, é impressionante.
Não foi a toa que eu fui fazer curso de metodologia. Descobri que não sou eu a louca. Valeu como terapia (e custou a mesma coisa). Quando a gente entra no mestrado acadêmico, a primeira coisa que perguntam é se a gente quer ser professor. Não sei a quem querem enganar, pois durante o curso ninguém te ensina a dar aula. O que eles formam são pesquisadores e as vezes, apenas gente chata e recalcada.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Turbilhão mental

Estou um pouquinho mais animada nos últimos dias, mas muito cansada. Trabalhar 8 horas por dia e ainda estudar não é pra qualquer um. Se fosse só ir na aula, tudo bem. Mas tem também trabalhos para fazer.
Tenho um artigo para escrever até o dia 30, um trabalho de Direito para apresentar dia 29 e um artigo de economia para entregar até 3 de novembro. Por isso gastei um bom tempo do meu fim de semana estudando. A dose do sábado foi tanta e eu li tanto sobre separação de poderes que sonhei com a Assembléia Legislativa!
Tenho agora 3 trabalhos começados e nenhum concluído hehehee. Torçam por mim!
Quem vai criar o dia com 30 horas?

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Santa ignorância, Batman!

Minhas entrevistas do dia empacaram, então agora me sobra tempo pra falar mal da vida alheia. Fazer aquilo que meu professor de inglês chama de "gossip". A nossa candidata no Miss Universo coitadinha não está nos entendendo, então traduzo: fofoca.
A brasileira Larissa Costa justificou a derrota dizendo que a organização preferiu rostos "mais comerciais" (hein?). Mas os especialistas botam o dedo na ferida: ela se prejudicou porque não sabe falar inglês. Tem um vídeo dela no concurso que comprova isso. Não sei se digo pra vocês assistirem, para não cometerem o mesmo erro, ou pra não verem, porque pode ser traumatizante de tão horrível. Ela não fala mal inglês: ela NÃO FALA.
No site G1 ela contestou a crítica : " eu só tive problema de comunicação em uma entrevista, porque não tinha tradutor. Foi só nessa. "
Sim, justamente a que foi gravada e distribuida pela internet... E ela completa: "eu entendo inglês, eu só não sei me expressar direito". Alguém por favor explique à moça que comunicação é coisa de mão dupla, os outros tem que entender o que a gente fala. Depender de tradutor é uma idéia muito esperta mesmo. Imagina essa aí perdida numa cidade estrangeira. Morre de fome!
Pior de tudo: havia opção de gravar a tal entrevista em espanhol. Quem deixou a coitada pagar esse mico inventando uma nova língua? Seria bem mais fácil ela enrolar com um portunhol.
Que bom que Deus te fez bonita minha amiga... porque se dependesse da cabeça tava mal. Aliás, ela tinha uma assessoria que permitiu essa barbaridade toda então nem com outras cabeças a coisa fica melhor....
Desculpem o mau-humor, mas tenho visto tanta bobagem nesta vida que já estou no modo "tolerância zero".